Presidente da Câmara, Martello abre ano legislativo de Guarulhos e projeta metas para 2026
- Redação Em Pauta
- 3 de fev.
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O presidente da Câmara Municipal de Guarulhos, vereador Fausto Miguel Martello (Republicanos), abriu oficialmente o ano legislativo de 2026 ao conceder entrevista coletiva à imprensa no início da tarde desta segunda-feira (02/02). Na ocasião, além de desejar um ano produtivo aos profissionais de comunicação, o parlamentar fez um balanço das atividades desenvolvidas em 2025 e apresentou as principais diretrizes para o novo período legislativo.

Durante a coletiva, Martello destacou a atuação da Câmara no controle dos gastos públicos e no apoio institucional à administração municipal. Segundo ele, ao longo de 2025, o Legislativo conseguiu economizar recursos e devolver cerca de R$ 30 milhões aos cofres da Prefeitura. “Esse dinheiro foi economizado com responsabilidade e devolvido ao povo de Guarulhos, para que o Executivo possa investir da melhor forma possível em áreas prioritárias da cidade”, afirmou.
O presidente ressaltou ainda que a expectativa para 2026 é de crescimento da arrecadação municipal, o que, segundo ele, pode refletir em avanços importantes para o município. “Com mais recursos, será possível enfrentar desafios históricos, como enchentes, limpeza urbana e ampliação dos benefícios sociais”, pontuou.
Ao avaliar o desempenho do Legislativo, Martello enalteceu o trabalho dos vereadores ao longo do último ano. Ele afirmou que a Câmara bateu recordes na análise e votação de projetos, mantendo independência nas decisões. “Os vereadores aprovaram ou vetaram projetos conforme sua consciência e o interesse da população. Vamos continuar atuando com responsabilidade, diálogo e transparência”, destacou.
Por fim, o presidente da Câmara chamou a atenção para o papel da imprensa no fortalecimento da democracia. Segundo Martello, a informação de qualidade contribui diretamente para a escolha consciente dos representantes políticos. “Quanto mais informação a população tiver, menores serão as chances de escolher de forma equivocada seus representantes”, concluiu.




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