Maizena denuncia Citilog por descumprir contrapartidas e cobra drenagem no Miguel Badra
- Redação Em Pauta
- 21 de ago. de 2025
- 2 min de leitura
O vereador Marcos Antonio dos Santos (PRD), o Maizena, cobrou na Tribuna da Câmara, durante a sessão ordinária de ontem (20), a execução da obra de drenagem no Miguel Badra.

Ele disse que a empresa instalada no bairro, a Citilog, não está cumprindo com as contrapartidas que foram acordadas com a Prefeitura. “O trabalho deles está liberado pelo governo do Estado, pela Cetesb e pelo Meio Ambiente. E eles ficaram de colocar iluminação, melhorar a rotatória, fazer drenagem e nada disso está acontecendo”, afirmou.
O parlamentar disse que, recentemente, fez contato com um representante da empresa. “Falei que estamos tendo problema de drenagem e ele disse que está tudo certo, que eles estão fazendo tudo pelo bairro, que estou de brincadeira com a cara dele”, revelou.
Maizena disse que foi informado pelo representante da Citilog que não há projeto para a construção de um piscinão para evitar enchentes no bairro. “Tenho guardado comigo o contrato (feito entre a Citilog e a Prefeitura). A única coisa que estou pedido é a drenagem, os 40 mil metros de piscinão que estão no contrato e eles são obrigados a fazer”, destacou. Além disso, o parlamentar disse que a obra da rotatória do Miguel Badra, que também é objeto deste contrato, está parada porque “mostraram um projeto para a Prefeitura e estão fazendo outro”.
Diante desta resposta da empresa, Maizena, que é morador do Miguel Badra, encaminhou um ofício à Secretaria de Manutenção e Serviços Urbanos, para que a Citilog seja acionada para responder sobre a execução da obra de prolongamento da rua Pricevicius Jonas e apresente os projetos técnicos completos de drenagem; o memorial descritivo com a especificação dos elementos de drenagem; a especificação dos elementos de tubulação, aduelas e caixas necessárias; e o atestado técnico que comprove que a obra não acarretará prejuízos ao bairro, especialmente em relação ao retorno de água, alagamentos ou sobrecarga no sistema existente.
“A população está me cobrando e as chuvas estão vindo aí”, alertou o vereador.






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