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Grupo de Fiscalização Integrada (GFI) realiza ação direcionada a loteamentos irregulares em Taiaçupeba

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    Redação Em Pauta
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

O Grupo de Fiscalização Integrada do Alto Tietê Cabeceiras (GFI-ATC) realizou nesta terça-feira (26/5) uma grande operação na região de Taiaçupeba. O trabalho contou com funcionários municipais, estaduais e policiais, que saíram em comboio da sede da Secretaria Municipal do Clima e Meio Ambiente, no período da manhã.

A secretária municipal do Clima e Meio Ambiente, Patricia Cesare, destacou a importância da ação: “O Grupo de Fiscalização Integrada tem uma atuação contínua na região e estamos intensificando o trabalho integrado com o Estado e demais órgãos, sempre com o objetivo de preservar a biodiversidade e, neste caso específico, garantir a qualidade e produção de água, que abastece milhões de pessoas na Grande São Paulo”, comentou a secretária, que esteve na operação ao lado do secretário municipal de Segurança, Gilberto Ito, do adjunto Reinaldo Nascimento e do diretor de Departamento de Licenciamento e Fiscalização Ambiental da Secretaria do Clima e Meio Ambiente, Felipe Harano. A ação foi direcionada a loteamentos irregulares. Foram demolidas seis construções irregulares.

O Grupo de Fiscalização Integrada é ligado à Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística e tem como objetivo coibir os parcelamentos irregulares de solo na região sul de Mogi das Cruzes, onde encontra-se a Área de Proteção e Recuperação dos Mananciais do Alto Tietê Cabeceiras. A região tem a função de proteger o SPAT (Sistema Produtor do Alto Tietê), que abriga os principais reservatórios de abastecimento de água da região.


Participaram da operação o Departamento de Licenciamento e Fiscalização Ambiental (Secretaria do Clima e Meio Ambiente), Polícia Militar Ambiental, Delegacia de Investigação de Crimes Ambientais, Patrulha Ambiental, Departamento de Fiscalização de Posturas (Secretaria Municipal de Segurança), Departamento de Fiscalização de Obras (Secretaria Municipal de Planejamento e Urbanismo), Cetesb, Creci e Diretoria de Proteção e Fiscalização Ambiental do Estado.


A legislação vigente define as Áreas de Proteção e Recuperação dos Mananciais (APRM) como uma ou mais sub-bacias hidrográficas de interesse regional para abastecimento público. São áreas destinadas para garantir a produção de água e compõem o sistema Alto Tietê. No total, 49% do território de Mogi das Cruzes é formado por áreas de mananciais, com destaque para as regiões de Quatinga, Barroso e Taiaçupeba.

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